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Dólar vira e opera em queda, abaixo de R$ 3,60
Postado por Comunicação CRCPE
22/03/2016

O dólar mudou de rumo e operava em baixa nesta terça-feira (22), em meio as preocupações provocadas nos mercados externos após os ataques coordenados em Bruxelas.

Às 13h, a moeda norte-americana caía 0,58%, vendida a R$ 3,5892, após bater R$ 3,6536 mais cedo. Veja a cotação do dólar hoje.
Acompanhe a cotação ao longo do dia:
Às 9h10, alta de 0,88%, a R$ 3,6423.
Às 9h40, alta de 0,68%, a R$ 3,6349.
Às 10h, alta de 0,21%, a R$ 3,6179.
Às 10h50, alta de 0,44%, a R$ 3,6265.
Às 11h20, alta de 0,57%, a R$ 3,611.
Às 12h10, alta de 0,05%, a R$ 3,6099.

Na véspera, o dólar avançou 0,8%, a R$ 3,6103. No mês de março, a divisa tem queda acumulada de 9,82%. No ano, recua 8,5%.


Intervenção do BC
Peso segundo dia consecutivo, o Banco Central vendeu apenas parcialmente a oferta de swaps cambiais reversos, que equivalem a compra futura de dólare., destaca a Reuters.
Alguns operadores viram na manobra um sinal de que a autoridade monetária não teria em vista patamares específicos para o câmbio, priorizando a redução de sua exposição cambial. O leilão também atenderia à demanda, ainda que fraca, de investidores que querem se desfazer de apostas na alta da moeda norte-americana.
Entenda: swap cambial, leilão de linha e venda direta de dólares
"O estoque (de swaps tradicionais do BC) é muito grande e ele precisa aproveitar qualquer janela para reduzi-lo", afirmou o gerente de câmbio da corretora BGC Liquidez, Francisco Carvalho, à agência Reuters.
O BC vendeu nesta manhã 10 mil swaps reversos do lote de até 14,5 mil swaps reversos, oferta equivalente ao número de contratos não vendidos no leilão de até 20 mil contratos na véspera. Os contratos colocados nesta sessão têm vencimento em 1º de julho de 2016, assim como na operação anterior, mas a data de início foi adiantada para 23 de março, de 1º de abril anteriormente.
Neste tipo de operação, o Banco Central é quem ganha a variação cambial do período de validade dos contratos. No swap tradicional, o BC é quem paga a variação.
"A operação de hoje é um indicador melhor da demanda, porque você dificilmente convence alguém a comprar um contrato que começa no mês que vem com o mercado volátil como está", acrescentou.
O BC atualmente administra estoque equivalente a pouco menos de US$ 110 bilhões em swaps tradicionais, contratos equivalentes à venda futura de dólares -- ou seja, que agem na ponta inversa dos swaps reversos. Essas operações tendem a gerar gastos para o BC quando o dólar sobe com força, atraindo críticas de alguns analistas.
Alguns operadores suspeitavam ainda que o BC teria em mente cotações mais altas para o dólar, buscando evitar pressionar as exportações em um momento de forte recessão econômica, mas essa interpretação perdeu um pouco de força após as vendas parciais.
A crise política brasileira tem provocado forte volatilidade no mercado de câmbio, com o dólar variando mais de 1% para cima ou para baixo em 12 dos 15 pregões deste mês.

FONTE: G1




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