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Retorno ao trabalho presencial está nos planos de 62% das empresas com o avanço da vacinação
Postado por Comunicação CRCPE
21/10/2021

Levantamento realizado em diferentes setores mostrou que também há possibilidade de um sistema híbrido para parte das empresas entrevistadas.

Uma pesquisa realizada pela empresa DIMEP, fabricante de sistemas de controle de ponto do país, avaliou a situação da volta ao trabalho presencial com o avanço da vacinação no Brasil, demonstrando que a maior parte das empresas pretende retomar o trabalho nos escritórios físicos.

O estudo feito com a participação de representantes de mais de 200 empresas de diferentes setores apontou que 62,1% das empresas querem voltar ao presencial, enquanto 30,1% das companhias adotarão um regime híbrido, com parte dos funcionários em home office e outra parte no escritório.

O trabalho remoto com idas ao escritório apenas em situações muito específicas deve ser adotado por 4,4% das empresas. Apenas 2,4% das instituições afirmaram que irão abandonar de vez os escritórios e manter todos os funcionários em casa. 0,5% das companhias que participaram do estudo responderam que somente cargos de liderança devem voltar ao trabalho presencial.

"O levantamento mostra uma reposta positiva para o retorno ao trabalho presencial, uma vez que as empresas já se sentem seguras após a vacinação completa dos funcionários e também com os hábitos que se tornaram parte do cotidiano de todos, como uso de máscara, álcool em gel e o respeito ao distanciamento social", explica Shirlei Lima, Head de Softwares da DIMEP Sistemas.

Melhor momento para retorno

A pesquisa também avaliou em que momento as empresas devem retomar o trabalho presencial, sendo que 36,3% das instituições afirmaram que deve ocorrer apenas após a vacinação completa de todos os colaboradores. Outros 34,2% indicaram que irão retomar o modelo de presencial, mesmo que boa parte dos funcionários não esteja imunizada.

Os números não apenas evidenciam a determinação das companhias pela volta aos escritórios, mas reforçam a importância dos funcionários se imunizarem, uma vez que o estudo também revelou que 35,1% das instituições pretendem exigir o comprovante de vacinação.

LGPD e incentivo à vacinação

O levantamento também alerta para o modo como as instituições lidarão com dados de seus funcionários, uma vez que a Lei Geral de Proteção de Dados classifica informações referentes à saúde como dados sensíveis, e seu compartilhamento ou vazamento é ilegal.

Em relação ao incentivo das empresas para que os funcionários se imunizem, 95,6% das instituições afirmaram que liberaram seus colaboradores para se vacinar durante o horário de trabalho, na data indicada pelas Prefeituras Municipais. 4,4% não permitiram.

O estudo ainda revelou a quantidade de empresas que realizaram a vacinação contra Covid-19 internamente. 93% das companhias afirmaram que não adotaram esse procedimento, mas 7% responderam que disponibilizariam vacinas para seus funcionários.

Fonte: Portal contabeis.com.br - Com informações DIMEP




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